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sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
A Chamada Falsa
O PS resolveu agora, que está na oposição, ser o partido dos "puritanos".
O partido da oposição vem criticar veemente a deputada Joana Barata Lopes sobre uma, suposta, chamada falsa, alegadamente feita por esta para o INEM.
Ora, nem a chamada era falsa, nem foi feita por esta.
Para ser falsa, a chamada tinha que ser atendida e o PSD, ou quem fez a chamada, teria que relatar um caso falso, como muitas vezes acontece e aqui vem relatado.
O que sucede, é que neste caso apenas se deixou o telefone tocar para saber quanto tempo demorava o INEM a atender uma chamada, poder-se-á dizer que foi efectuada uma auditoria para saber quanto tempo demora a ser atendida uma chamada. Ou existe outra forma, real, de saber quanto tempo demora a ser atendida uma chamada sem se ligar para o número?
Depois, segundo os jornais de hoje não foi a deputada referida que fez a chamada mas um assessor do PSD, logo estão a acusar a pessoa errada.
O PS mostra-se muito indignado com esta situação que nem sequer constitui crime.
Já agora pergunto, o que pensa o PS de quem rouba gravadores?
O partido da oposição vem criticar veemente a deputada Joana Barata Lopes sobre uma, suposta, chamada falsa, alegadamente feita por esta para o INEM.
Ora, nem a chamada era falsa, nem foi feita por esta.
Para ser falsa, a chamada tinha que ser atendida e o PSD, ou quem fez a chamada, teria que relatar um caso falso, como muitas vezes acontece e aqui vem relatado.
O que sucede, é que neste caso apenas se deixou o telefone tocar para saber quanto tempo demorava o INEM a atender uma chamada, poder-se-á dizer que foi efectuada uma auditoria para saber quanto tempo demora a ser atendida uma chamada. Ou existe outra forma, real, de saber quanto tempo demora a ser atendida uma chamada sem se ligar para o número?
Depois, segundo os jornais de hoje não foi a deputada referida que fez a chamada mas um assessor do PSD, logo estão a acusar a pessoa errada.
O PS mostra-se muito indignado com esta situação que nem sequer constitui crime.
Já agora pergunto, o que pensa o PS de quem rouba gravadores?
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Os meus agradecimentos para Fernando Nobre
Obrigado por ter dito a todos os Portugueses que não assumiria o seu lugar de deputado caso não fosse eleito Presidente da Assembleia da República. Obrigado por ter corrigido essa sua afirmação e ter declarado que, se não fosse eleito, iria ponderar se ficava no Parlamento. Obrigado por, mais tarde, ter afirmado que seria deputado em qualquer circunstância.
Obrigado, de facto. Obrigado por nos ter permitido ficar a conhecê-lo melhor, bem como a quem o escolheu para cabeça de lista por Lisboa.
Ah... e, já agora, obrigado por ter renunciado ao cargo de deputado. Este último agradecimento é sincero.
Obrigado, de facto. Obrigado por nos ter permitido ficar a conhecê-lo melhor, bem como a quem o escolheu para cabeça de lista por Lisboa.
Ah... e, já agora, obrigado por ter renunciado ao cargo de deputado. Este último agradecimento é sincero.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Que Nobre Vergonha!
Fernando Nobre não foi eleito nem à primeira nem à segunda volta, tendo tido nesta menos votos que na primeira, um facto inédito na Assembleia da República desde 1976.
Se Passos Coelho quis cumprir a sua palavra e levou mesmo o nome de Nobre para a presidência da Assembleia da República, uma questão de coerência que até posso compreender.
Por seu lado, Nobre deveria ter desonerado Passos Coelho desta promessa, mas não, numa atitude claramente demonstrativa daquilo que quer - protagonismo - tentou por duas vezes ser eleito e sem sucesso.
E nem se diga que o CDS deveria ter apoiado o PSD.
Se Passos quis manter a sua palavra, Portas tinha que manter a dele, tanta legitimidade tem um como o outro para cumprir aquilo que disseram que iam fazer.
Aliás, ficou desde logo estipulado que o CDS não concordava com Nobre para a Presidência da Assembleia da República.
Ainda bem que Nobre não foi eleito, e nem se devia ter candidatado à segunda volta poupando Passos Coelho e o PSD a uma derrota, mas o seu comportamento só vem provar aquilo que sempre pensei dele, incoerente, inconsequente e nem sequer respeita quem dá a cara por ele.
E continuado nas suas atitudes incoerentes, mais uma vez não conseguiu fazer aquilo que disse, e na declaração que fez anunciou que vai continuar como deputado enquanto achar que é "útil ao país".
Nobre ainda não percebeu que não é necessário na Assembleia da República, nem na vida política Portuguesa.
Os Portugueses estão fartos de pessoas que se dizem e desdizem conforme as sua conveniências!
Se Passos Coelho quis cumprir a sua palavra e levou mesmo o nome de Nobre para a presidência da Assembleia da República, uma questão de coerência que até posso compreender.
Por seu lado, Nobre deveria ter desonerado Passos Coelho desta promessa, mas não, numa atitude claramente demonstrativa daquilo que quer - protagonismo - tentou por duas vezes ser eleito e sem sucesso.
E nem se diga que o CDS deveria ter apoiado o PSD.
Se Passos quis manter a sua palavra, Portas tinha que manter a dele, tanta legitimidade tem um como o outro para cumprir aquilo que disseram que iam fazer.
Aliás, ficou desde logo estipulado que o CDS não concordava com Nobre para a Presidência da Assembleia da República.
Ainda bem que Nobre não foi eleito, e nem se devia ter candidatado à segunda volta poupando Passos Coelho e o PSD a uma derrota, mas o seu comportamento só vem provar aquilo que sempre pensei dele, incoerente, inconsequente e nem sequer respeita quem dá a cara por ele.
E continuado nas suas atitudes incoerentes, mais uma vez não conseguiu fazer aquilo que disse, e na declaração que fez anunciou que vai continuar como deputado enquanto achar que é "útil ao país".
Nobre ainda não percebeu que não é necessário na Assembleia da República, nem na vida política Portuguesa.
Os Portugueses estão fartos de pessoas que se dizem e desdizem conforme as sua conveniências!
domingo, 19 de junho de 2011
Teimosia (editado)
Propor Fernando Nobre para Presidente da Assembleia da República pode ser a primeira derrota de Passos Coelho.
De facto, é uma atitude que só poderá ser compreensível porque Passos ou quer demonstrar aos Portugueses que é um homem de palavra, ou então já tem a eleição de Nobre assegurada.
Não concordo, e já o disse várias vezes nos mesu textos que Nobre seja Presidente da Assembleia da República, espero que que o não seja, e julgo que o próprio podia ter outra atitude vendo que pode prejudicar o Partido pelo qual foi eleito para deputado.
Nobre, se não quisesse tanto protagonismo, podia muito bem desonerar Passos da sua promessa e assim, provavelmente, poupá-lo a uma derrota que nesta altura não augura nada de bom.
Espero que Nobre ainda o faça, se não só vem provar o que sempre pensei deste senhor.
Se, pelo contrário, Nobre amanhã for apresentado como candidato a Presidente da Assembleia da República e perder, espero que seja coerente, o que não tem acontecido, e renuncie ao seu lugar de deputado.
A ver vamos!
De facto, é uma atitude que só poderá ser compreensível porque Passos ou quer demonstrar aos Portugueses que é um homem de palavra, ou então já tem a eleição de Nobre assegurada.
Não concordo, e já o disse várias vezes nos mesu textos que Nobre seja Presidente da Assembleia da República, espero que que o não seja, e julgo que o próprio podia ter outra atitude vendo que pode prejudicar o Partido pelo qual foi eleito para deputado.
Nobre, se não quisesse tanto protagonismo, podia muito bem desonerar Passos da sua promessa e assim, provavelmente, poupá-lo a uma derrota que nesta altura não augura nada de bom.
Espero que Nobre ainda o faça, se não só vem provar o que sempre pensei deste senhor.
Se, pelo contrário, Nobre amanhã for apresentado como candidato a Presidente da Assembleia da República e perder, espero que seja coerente, o que não tem acontecido, e renuncie ao seu lugar de deputado.
A ver vamos!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Pergunta a um Nobre
O que eu gostava realmente de saber, é se Nobre não for eleito Presidente da Assembleia da República, se vai renunciar ao Mandato.
Parece que este senhor é o único ponto de discórdia no governo que está a ser formado.
Será que ao sentir que está a prejudicar o País, coloca o lugar de deputado à disposição?
Ou irá fazer como o seu "mentor de outros tempos" e ficar irredutível, dizendo, ainda, a famosa frase, mas substituindo Belém por Assembleia da República.
Parece que este senhor é o único ponto de discórdia no governo que está a ser formado.
Será que ao sentir que está a prejudicar o País, coloca o lugar de deputado à disposição?
Ou irá fazer como o seu "mentor de outros tempos" e ficar irredutível, dizendo, ainda, a famosa frase, mas substituindo Belém por Assembleia da República.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Tiros nos Pés?!
O PSD partiu de trás. Sendo coerente com os seus ideais e querendo mudar o rumo do país, foi apresentando um conjunto de medidas que queria ver aplicadas.
Mas face a um governo que esconde matérias económico-financeiras, nem sempre foi fácil apresentar medidas concretas. Daí os supostos “tiros nos pés”.
O PSD ganhou claramente estas eleições. E os portugueses viram nos tais “tiros nos pés” um partido que esperou, analisou e apresentou de forma clara e concreta a solução para o país.
Ganhou o programa de governo do PSD. Ganhou o partido que falou verdade e não de ilusões, demagogia ou populismo.
A comunicação não era fácil, mas era justo que os portugueses soubessem o caminho que nos espera.
Mas face a um governo que esconde matérias económico-financeiras, nem sempre foi fácil apresentar medidas concretas. Daí os supostos “tiros nos pés”.
O PSD ganhou claramente estas eleições. E os portugueses viram nos tais “tiros nos pés” um partido que esperou, analisou e apresentou de forma clara e concreta a solução para o país.
Ganhou o programa de governo do PSD. Ganhou o partido que falou verdade e não de ilusões, demagogia ou populismo.
A comunicação não era fácil, mas era justo que os portugueses soubessem o caminho que nos espera.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Manifesto (justiça) - Parte 2 - 2 - O PSD
Em continuação deste post
Em matéria penal o PSD propõe a fixação de prazos peremptórios para os inquéritos judiciais, no entanto para tal deverá primeiro (e esperemos que não se tenha esquecido) proceder a uma reestruturação das policias e dotar o Ministério Público de meios para que esses inquéritos se façam dentro do prazo, o que agora não acontece.
Outra medida que irá acelerar muitos dos processos seria que pudesse ser imediatamente marcado julgamento para quem fosse detido em flagrante delito, sem necessidade de mais qualquer fase processual, medida que não está prevista no programa do PSD.
No que concerne a insolvências, o PSD apenas refere que se deve agilizar o processo não dizendo como deverá ser feito nem propondo qualquer medida.
Por fim, e tentando agora analisar uma área que não é a minha, não posso deixar de referir que o PSD propõe que se aproveite os tribunais tributários em constituição e se remeta para os mesmos com "carácter obrigatório os processos que se encontrem há três anos sem resolução em sede de tribunal tributário comum" - a pergunta que faço ao PSD é se enviar um processo para outro tribunal que o terá que analisar, que antes disso terá que nomear árbitros não será antes um retrocesso? não será melhor verificar em que fase está o processo e ai sim, se tiver numa fase inicial e se encontrem parados, enviar os mesmos para Tribunal Arbitral?
Em conclusão direi que o Programa de Governo do PSD tem alguns pontos positivos, no entanto em certas matérias parece ter sido elaborado por quem não "anda no terreno".
Tem mesmo, algumas medidas que, ou não foram pensadas e foram incluídas ou são feitas por quem não conhece a realidade dos tribunais.
Esta é uma das razões porque não os devemos deixar governar sozinhos!
Em matéria penal o PSD propõe a fixação de prazos peremptórios para os inquéritos judiciais, no entanto para tal deverá primeiro (e esperemos que não se tenha esquecido) proceder a uma reestruturação das policias e dotar o Ministério Público de meios para que esses inquéritos se façam dentro do prazo, o que agora não acontece.
Outra medida que irá acelerar muitos dos processos seria que pudesse ser imediatamente marcado julgamento para quem fosse detido em flagrante delito, sem necessidade de mais qualquer fase processual, medida que não está prevista no programa do PSD.
No que concerne a insolvências, o PSD apenas refere que se deve agilizar o processo não dizendo como deverá ser feito nem propondo qualquer medida.
Por fim, e tentando agora analisar uma área que não é a minha, não posso deixar de referir que o PSD propõe que se aproveite os tribunais tributários em constituição e se remeta para os mesmos com "carácter obrigatório os processos que se encontrem há três anos sem resolução em sede de tribunal tributário comum" - a pergunta que faço ao PSD é se enviar um processo para outro tribunal que o terá que analisar, que antes disso terá que nomear árbitros não será antes um retrocesso? não será melhor verificar em que fase está o processo e ai sim, se tiver numa fase inicial e se encontrem parados, enviar os mesmos para Tribunal Arbitral?
Em conclusão direi que o Programa de Governo do PSD tem alguns pontos positivos, no entanto em certas matérias parece ter sido elaborado por quem não "anda no terreno".
Tem mesmo, algumas medidas que, ou não foram pensadas e foram incluídas ou são feitas por quem não conhece a realidade dos tribunais.
Esta é uma das razões porque não os devemos deixar governar sozinhos!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Estado Social...lista
Sócrates vai perder as eleições. Porque executou uma governação suicida e pouco séria e, principalmente, porque optou – mal – pela campanha do medo.
Sócrates quer fazer-nos crer que é o garante do Estado Social. Não é. E nós, portugueses, sabemo-lo todos os dias.
O Estado Social que Sócrates profetiza como estando ameaçado pelo PSD e CDS já o está desde Guterres.
O PS america-latinizou o Estado – no sentido negativo do termo. A classe média e as pequenas e médias empresas não vivem, sobrevivem.
O Estado Social…lista retirou o apoio às famílias, empresários, agricultores, reformados.
Ficam os rendimentos de reinserção que o Estado não fiscaliza.
O Estado Social…lista retira-nos metade do orçamento familiar para pagamento de impostos. Em contrapartida temos um Sistema de Saúde doente, um Sistema de Justiça injusto um sistema de Educação malcriado – no sentido literal.
O Estado Social…lista é anti-português.
Os portugueses merecem um Estado Social e Democrata assente na proporcionalidade. Mais justo e equitativo.
Sócrates quer fazer-nos crer que é o garante do Estado Social. Não é. E nós, portugueses, sabemo-lo todos os dias.
O Estado Social que Sócrates profetiza como estando ameaçado pelo PSD e CDS já o está desde Guterres.
O PS america-latinizou o Estado – no sentido negativo do termo. A classe média e as pequenas e médias empresas não vivem, sobrevivem.
O Estado Social…lista retirou o apoio às famílias, empresários, agricultores, reformados.
Ficam os rendimentos de reinserção que o Estado não fiscaliza.
O Estado Social…lista retira-nos metade do orçamento familiar para pagamento de impostos. Em contrapartida temos um Sistema de Saúde doente, um Sistema de Justiça injusto um sistema de Educação malcriado – no sentido literal.
O Estado Social…lista é anti-português.
Os portugueses merecem um Estado Social e Democrata assente na proporcionalidade. Mais justo e equitativo.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Mais uma contradição do PSD
Passos quer manter IVA intermédio, Catroga admite que não
Mas estes senhores não falam antes? não é melhor trocar de número de telemóvel e trocar um sms antes de dizer seja o que for?
Mas estes senhores não falam antes? não é melhor trocar de número de telemóvel e trocar um sms antes de dizer seja o que for?
sexta-feira, 6 de maio de 2011
As contradições de Passos
Não entendo muito bem este teu post, não obstante vou tentar esclarecer-te sobre o que suponho ser as tuas dúvidas quanto ao CDS e à politica em geral e até a alguns erros do PSD, que digo-te têm sido muitos.
Começo por te explicar que na política (como na vida em sociedade) é muito importante a imagem que se transmite bem como tudo o que se diz e tudo o que se faz porque é através do que se diz e do que se faz que se passam as ideias que cada partido e cada político tem sobre determinado assunto sendo que é muito importante para veicular ideias o marketing político.
Por isso é que a quem quer estar na vida pública (excepto os actores de novelas e outros que tais) tem que ter um certo decoro, saber estar, saber vestir-se, enfim! saber comportar-se.
Por isso é que não pode um político dizer hoje uma coisa e vir logo no dia seguinte dizer outra (a não ser o Sócrates que é um fenómeno que tem que ser explicado por estudantes de psicologia), por isso é que é muito importante não fazer qualquer figura que possa ser utilizada para o ridicularizar.
Por outro lado e no que concerne à passagem de ideias, o líder do partido que tu tanto defendes não tem sido feliz.
Não foi feliz quando seguiu os conselhos de uma especialista de Marketing Brasileira (segundo dizem contratada pelo Secretário Geral Relvas) e colocou aquele vídeo no Facebook, na altura da Páscoa, ao lado da sua esposa (segundo dizem esta especialista já tinha convencido a mulher de José Serra - candidato à presidência do Brasil - a participar na campanha deste em 2001 quando Lula ganhou).
Aliás sempre se diga que contratar uma especialista brasileira que perdeu eleições no Brasil por uma larga margem pode não ser muito boa ideia - podes consultar os resultados aqui.
Não é feliz quando dá - o que tu chamas gafes - eu chamo de contradições ou tiros no pé - cada vez que fala.
Não é feliz quando é mal aconselhado ou quando tem assessores em demasia e depois não sabe o que fazer, dizendo uma coisa num dia e desmentindo-se no outro - lembras-te do caso do telefonema do Sócrates que afinal foi um encontro?
Nota-se que o PSD que imitar o PS de alguns anos atrás e quer imitar, também, outros partidos ou candidatos noutras eleições que ocorreram no estrangeiro, esquecendo-se que estão em Portugal e que é aos Portugueses que se devem dirigir.
Mas vamos lá falar de ideias:
As ideias do CDS estão e sempre estiveram bem definidas, podes lê-las aqui, podia fazer-te um resumo de todas elas, mas julgo ser melhor que vejas por ti e aliás, não é à toa que o Grupo Parlamentar do CDS foi o mais produtivo das últimas duas legislaturas e isto com menos deputados que o PSD.
Quanto às ideias do PSD, vamos lá ver se consigo perceber algumas:
São ou não a favor do aumento de impostos?
(Passos Coelho já disse que não, depois que sim, depois que não)
O PEC IV ia lesar as pessoas ou não?
(Passos Coelho disse que o PSD chumbava o PEC IV porque este ia lesar as pessoas, quando chegou a Bruxelas disse que o tinha chumbado
porque este não era um plano suficiente para ajudar o Pais)
O PSD vai ou não acabar com o Ministério da Agricultura?
(Disse que sim, agora e depois do CDS dizer que o Ministério da Agricultura é essencial, já diz que não)
Porque é que apoiam e patrocinam o grupo "Mais Sociedade" e depois cada vez que estes lançam uma ideia, o PSD diz que não a vai seguir? faz sentido apoiar, pedir para fazer propostas e depois, afinal, dizer que não se vão seguir essas ideias e propostas?
Como podes verificar é o desnorte completo!
Para concluir resta-me dizer que o que mais nos demonstra o trabalho que o PSD tem feito são as sondagens hoje publicadas, uma dá a vitória ao PS, outra dá a vitória ao PSD mas apenas por 2%.
Sendo que em ambas o PSD desce.
Importa dizeer que em ambas o CDS sobe, o qu etambém é demonstrativo do bom trabalho que tem feito.
Se em 2009 Passos Coelho dirigindo-se a Manuela Ferreira Leite disse que esta tinha obrigação de ter maioria absoluta, qual seria agora a obrigação de Passos?
Agora que o Pais está pior do que em 2007.
Pois é, "quem tem telhados de vidro não deve atirar pedras."
quarta-feira, 4 de maio de 2011
A Vitória da Mentira
O desfasamento da realidade é de tal ordem que Sócrates fez ontem uma declaração de vitória.
Mas não foi. Viu-se obrigado aceitar o reajustamento imposto pela ‘troika’ e já antes exigido pelo PSD. O PEC IV era mau.
Agora, estamos devedores daquele montante, de um défice de 9,1% e das parcerias publico-privadas até 2039. A tudo isto acresce as medidas de austeridade ontem ocultadas, mas futuramente anunciadas.
Ainda faltam 31 dias...
Mas não foi. Viu-se obrigado aceitar o reajustamento imposto pela ‘troika’ e já antes exigido pelo PSD. O PEC IV era mau.
Agora, estamos devedores daquele montante, de um défice de 9,1% e das parcerias publico-privadas até 2039. A tudo isto acresce as medidas de austeridade ontem ocultadas, mas futuramente anunciadas.
Ainda faltam 31 dias...
domingo, 1 de maio de 2011
Mudar o Passos Coelho?
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Do mar para o campo
Na última campanha eleitoral cada vez que o CDS se destacava pela positiva e subia nas sondagens lá apareciam os submarinos.
Este ano e para ser mais abragentes, já que incluem PSD e CDS, passamos aos sobreiros!
Este ano e para ser mais abragentes, já que incluem PSD e CDS, passamos aos sobreiros!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Capucho e o PSD
Já aqui referi várias vezes os vários tiros no pé que Passos Coelho tem dado desde que Sócrates anunciou a sua demissão.
Este tiros no pé, como o convite a Fernando Nobre, fez com que muitas personalidades do PSD não aceitassem ser deputados e criticassem Passos por esta escolha, que é sem duvida má.
Capucho explica a razão para não ser deputado numa carta tornada pública aqui, tenho a certeza que muitos concordam com ele.
Capucho explica as razões porque Nobre não deveria ser candidato, bem como põe a "nú" todas as suas incoerências e os perigos de este vir a ser o n.º 2 do Estado.
Aqui fica um excerto dessa carta:
"Fernando Nobre é uma personalidade representativa da sociedade civil muito estimável e que admiro, nomeadamente pelo trabalho que tem desenvolvido na AMI, mas inconsistente politicamente, como abundantemente demonstrou na última campanha eleitoral e as televisões já começaram a evidenciar impiedosamente, relembrando algumas afirmações comprometedoras e as incoerências em que está a cair.
Nomeadamente penosa é a afirmação peremptória de que nunca seria candidato à Assembleia da República, invocando então razões de coerência e de independência. Por outro lado, não podemos esquecer que Fernando Nobre foi o mandatário da candidatura do BE ao Parlamento Europeu, nem podemos ignorar as posições deste Partido contrárias à União Europeia! Como é que agora pode integrar as listas de um Partido que defende a integração europeia, e ser proposto para segunda figura do Estado, sem que isso seja tomado como mais uma grave contradição e incoerência? Acresce que, durante a campanha presidencial, o candidato Fernando Nobre abundou nas críticas demagógicas e virulentas ao Presidente da República e aos Partidos.
De resto, tenho as maiores dúvidas que a inclusão de Fernando Nobre nas listas do PSD se traduza numa mais-valia eleitoral. Pelo contrário: o cidadão comum olha para esta operação como uma 'caça ao voto' e creio que a generalidade dos eleitores que nele apostaram estão à nossa esquerda e são críticos dos Partidos. Serão provavelmente poucos os que vão acompanhar o candidato nesta transumância. Basta atentar nas redes sociais bem como nos fóruns das televisões e das rádios, para concluirmos sobre a hostilidade muito generalizada à candidatura legislativa. Não é por acaso que a página de Fernando Nobre no Facebook foi encerrada... Os próximos dias vão provavelmente confirmar este crescendo crítico também nas nossas hostes, facto que me leva a acreditar que, com Fernando Nobre, é negativo o saldo entre os que captamos de novo para as listas do PSD e o conjunto dos nossos tradicionais apoiantes que se afastam, indignados com a opção em causa.
E não se diga que tenho qualquer reserva de fundo quanto ao alargamento das nossas listas a independentes representativos da sociedade civil. Ao longo da minha carreira política sempre me pronunciei nesse sentido e levei à concretização de muitas situações em conformidade, não só para a Assembleia, como para as Autarquias e até o Governo da República. Mas este caso é manifestamente desajustado e excessivo!
Mas, mais grave e chocante é o inexplicável compromisso de candidatar Fernando Nobre à Presidência da Assembleia (candidatura cujo desfecho está longe de ser garantido, mesmo com uma maioria parlamentar do PSD). Estamos a falar da segunda figura do Estado, que pode ser chamado em qualquer momento a substituir o Presidente da República, caso em que teríamos um político sem preparação e anti-europeísta no cargo cimeiro do Estado. Estamos a falar de um cargo que, para além das funções meramente protocolares, exige uma experiência parlamentar sólida (não é por acaso que sempre foram eleitos para o efeito personalidades com larga e consistente experiência política e parlamentar). Por outro lado, proporcionar a Fernando Nobre um mandato na Presidência da Assembleia, significa catapultá-lo para a candidatura seguinte à Presidência da República. Se ele decidir avançar, o PSD estará então em condições de lhe negar o apoio?
Provavelmente não, depois de o ter apoiado para segunda figura do Estado... E mesmo que o PSD decida apoiar outro candidato, com perfil mais adequado para suceder a Cavaco Silva, é evidente que terá pela frente em Fernando Nobre um adversário forte, por nós promovido.
Concedendo que é irreversível a inclusão como cabeça de lista de Lisboa, pergunto-me se, em lugar da polémica candidatura à Presidência da Assembleia, não seria mais adequado a abertura para uma pasta da área social no Governo e/ou a candidatura ao Conselho de Estado?
Qualquer das soluções adequa-se melhor ao perfil de Fernando Nobre!
Ainda estaremos a tempo deste ajustamento? Creio que o próprio Fernando Nobre, após conhecimento das reacções adversas que se multiplicam, nomeadamente vindas daqueles que nele confiaram, talvez queira repensar a situação!
Em suma, o PSD, preterindo militantes prestigiados e com perfil muito mais adequado para a Presidência da Assembleia, acolhe nas suas listas em lugar de destaque e com perspectivas de promoção a segunda figura do Estado, uma personalidade independente sem perfil adequado, muito polémica, sem consistência nem coerência política e de duvidosa atractividade eleitoral, tudo com o pretexto de alargar as listas a independentes e dar voz a um prestigiado representante da sociedade civil. Poucos serão os eleitores que acolhem esta justificação e muitos serão os que simplesmente classificam a operação como uma lamentável 'caça ao voto'.
Não posso pactuar com esta opção nem deixar-me subalternizar depois de tudo o que fiz nos passados 37 anos ao serviço do meu País e do PSD.
Prefiro ficar de fora."
A carta de Capucho é muito dura, mas é verdadeira.
Depois desta carta e de tudo o que foi dito, tanto Passos Coelho poderia, num acto de humildade e admitindo o sue erro, retirar Fernando Nobre de número um do PSd, ou, Fernando Nobre poderia mostrar que, afinal, estão todos errados, e que não tem apego a "tachos" e admitir que errou ao aceitar o convite e auto excluir-se da lista.
Infelizmente para Portugal julgo que nenhim dos odois terá essa atitude, o que poderá fazer que Sócrates volte a ganhar as eleições. como está nesta sondagem.
Para o PS não ganhar as eleições, para não destruirem ainda mais Portugal, só há uma solução: o CDS!
Este tiros no pé, como o convite a Fernando Nobre, fez com que muitas personalidades do PSD não aceitassem ser deputados e criticassem Passos por esta escolha, que é sem duvida má.
Capucho explica a razão para não ser deputado numa carta tornada pública aqui, tenho a certeza que muitos concordam com ele.
Capucho explica as razões porque Nobre não deveria ser candidato, bem como põe a "nú" todas as suas incoerências e os perigos de este vir a ser o n.º 2 do Estado.
Aqui fica um excerto dessa carta:
"Fernando Nobre é uma personalidade representativa da sociedade civil muito estimável e que admiro, nomeadamente pelo trabalho que tem desenvolvido na AMI, mas inconsistente politicamente, como abundantemente demonstrou na última campanha eleitoral e as televisões já começaram a evidenciar impiedosamente, relembrando algumas afirmações comprometedoras e as incoerências em que está a cair.
Nomeadamente penosa é a afirmação peremptória de que nunca seria candidato à Assembleia da República, invocando então razões de coerência e de independência. Por outro lado, não podemos esquecer que Fernando Nobre foi o mandatário da candidatura do BE ao Parlamento Europeu, nem podemos ignorar as posições deste Partido contrárias à União Europeia! Como é que agora pode integrar as listas de um Partido que defende a integração europeia, e ser proposto para segunda figura do Estado, sem que isso seja tomado como mais uma grave contradição e incoerência? Acresce que, durante a campanha presidencial, o candidato Fernando Nobre abundou nas críticas demagógicas e virulentas ao Presidente da República e aos Partidos.
De resto, tenho as maiores dúvidas que a inclusão de Fernando Nobre nas listas do PSD se traduza numa mais-valia eleitoral. Pelo contrário: o cidadão comum olha para esta operação como uma 'caça ao voto' e creio que a generalidade dos eleitores que nele apostaram estão à nossa esquerda e são críticos dos Partidos. Serão provavelmente poucos os que vão acompanhar o candidato nesta transumância. Basta atentar nas redes sociais bem como nos fóruns das televisões e das rádios, para concluirmos sobre a hostilidade muito generalizada à candidatura legislativa. Não é por acaso que a página de Fernando Nobre no Facebook foi encerrada... Os próximos dias vão provavelmente confirmar este crescendo crítico também nas nossas hostes, facto que me leva a acreditar que, com Fernando Nobre, é negativo o saldo entre os que captamos de novo para as listas do PSD e o conjunto dos nossos tradicionais apoiantes que se afastam, indignados com a opção em causa.
E não se diga que tenho qualquer reserva de fundo quanto ao alargamento das nossas listas a independentes representativos da sociedade civil. Ao longo da minha carreira política sempre me pronunciei nesse sentido e levei à concretização de muitas situações em conformidade, não só para a Assembleia, como para as Autarquias e até o Governo da República. Mas este caso é manifestamente desajustado e excessivo!
Mas, mais grave e chocante é o inexplicável compromisso de candidatar Fernando Nobre à Presidência da Assembleia (candidatura cujo desfecho está longe de ser garantido, mesmo com uma maioria parlamentar do PSD). Estamos a falar da segunda figura do Estado, que pode ser chamado em qualquer momento a substituir o Presidente da República, caso em que teríamos um político sem preparação e anti-europeísta no cargo cimeiro do Estado. Estamos a falar de um cargo que, para além das funções meramente protocolares, exige uma experiência parlamentar sólida (não é por acaso que sempre foram eleitos para o efeito personalidades com larga e consistente experiência política e parlamentar). Por outro lado, proporcionar a Fernando Nobre um mandato na Presidência da Assembleia, significa catapultá-lo para a candidatura seguinte à Presidência da República. Se ele decidir avançar, o PSD estará então em condições de lhe negar o apoio?
Provavelmente não, depois de o ter apoiado para segunda figura do Estado... E mesmo que o PSD decida apoiar outro candidato, com perfil mais adequado para suceder a Cavaco Silva, é evidente que terá pela frente em Fernando Nobre um adversário forte, por nós promovido.
Concedendo que é irreversível a inclusão como cabeça de lista de Lisboa, pergunto-me se, em lugar da polémica candidatura à Presidência da Assembleia, não seria mais adequado a abertura para uma pasta da área social no Governo e/ou a candidatura ao Conselho de Estado?
Qualquer das soluções adequa-se melhor ao perfil de Fernando Nobre!
Ainda estaremos a tempo deste ajustamento? Creio que o próprio Fernando Nobre, após conhecimento das reacções adversas que se multiplicam, nomeadamente vindas daqueles que nele confiaram, talvez queira repensar a situação!
Em suma, o PSD, preterindo militantes prestigiados e com perfil muito mais adequado para a Presidência da Assembleia, acolhe nas suas listas em lugar de destaque e com perspectivas de promoção a segunda figura do Estado, uma personalidade independente sem perfil adequado, muito polémica, sem consistência nem coerência política e de duvidosa atractividade eleitoral, tudo com o pretexto de alargar as listas a independentes e dar voz a um prestigiado representante da sociedade civil. Poucos serão os eleitores que acolhem esta justificação e muitos serão os que simplesmente classificam a operação como uma lamentável 'caça ao voto'.
Não posso pactuar com esta opção nem deixar-me subalternizar depois de tudo o que fiz nos passados 37 anos ao serviço do meu País e do PSD.
Prefiro ficar de fora."
A carta de Capucho é muito dura, mas é verdadeira.
Depois desta carta e de tudo o que foi dito, tanto Passos Coelho poderia, num acto de humildade e admitindo o sue erro, retirar Fernando Nobre de número um do PSd, ou, Fernando Nobre poderia mostrar que, afinal, estão todos errados, e que não tem apego a "tachos" e admitir que errou ao aceitar o convite e auto excluir-se da lista.
Infelizmente para Portugal julgo que nenhim dos odois terá essa atitude, o que poderá fazer que Sócrates volte a ganhar as eleições. como está nesta sondagem.
Para o PS não ganhar as eleições, para não destruirem ainda mais Portugal, só há uma solução: o CDS!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Passos, mais um tirinho?
Desta vez o tiro não é no pé.
Desta vez o tiro pode ser dado no sitio mais grave, porque será dado por Fernando Nobre, coadjuvado por Judite de Sousa.
Será que o PSD tem mesmo a certeza que quer deixar Fernando Nobre ser entrevistado por Judite de Sousa este domingo?
Seria interessante fazer uma sondagem no sábado antes da entrevista e na segunda feira após.
Por este andar ou Sócrates ganha as eleições, ou então, o que eu sugiro, é os eleitores do PSD experimentarem votar no CDS, pode ser que tenhamos um governo a sério, desta vez.
Desta vez o tiro pode ser dado no sitio mais grave, porque será dado por Fernando Nobre, coadjuvado por Judite de Sousa.
Será que o PSD tem mesmo a certeza que quer deixar Fernando Nobre ser entrevistado por Judite de Sousa este domingo?
Seria interessante fazer uma sondagem no sábado antes da entrevista e na segunda feira após.
Por este andar ou Sócrates ganha as eleições, ou então, o que eu sugiro, é os eleitores do PSD experimentarem votar no CDS, pode ser que tenhamos um governo a sério, desta vez.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
A (in)coerência
A incoerência que agora por todos é apontada resulta da situação excepcional que se vive no país.
Na verdade, há muito que se defende abertura dos partidos à sociedade civil.
Portanto, apresentação da candidatura de Nobre pelo PSD iniciar-se-á com as seguintes palavras de Passos Coelho:
Os tempos que se avizinham não dão espaço à politiquice.
Etiquetas:
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Ora aqui está uma questão de coerência
Nobre é o candidato do PSD à Assembleia da República
Estou desejoso se ver a apresentação de candidatura pelo PSD.
"Estou aqui, pelo Pedro, pelo Miguel, pelo Marco, pelo Alberto João porque são pessoas irreverentes...."
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