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sábado, 6 de agosto de 2011

PS responsabiliza Governo por mau tempo que se faz sentir no mês de Agosto.


Não sendo verdade, anda lá perto.

O PS tem um papel difícil na oposição. Porque foi Governo e porque assinou o memorando de entendimento. Talvez por isso Seguro e Maria de Belém chamaram si a oposição construtiva, de responsabilidade. Não do “bota abaixo”. Mas a demagogia impera.

Se o Governo anuncia um aumento de 10% do subsídio de desemprego para casais desempregados ou com filhos, o PS recusa que os pobres por serem pobres sejam considerados portugueses de segunda. Se o Governo nomeia um assessor. O PS critica o despesismo.

Não sou Passos Coelho. Daí relembrar o PS que as dificuldades do presente e do futuro explicam-se com os erros do passado.

O PS desconversa. Melhor seria que desconversasse sobre o tempo.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Dividas

É que nem os telemóveis pagaram...

A Chamada Falsa

O PS resolveu agora, que está na oposição, ser o partido dos "puritanos".

O partido da oposição vem criticar veemente a deputada Joana Barata Lopes sobre uma, suposta, chamada falsa, alegadamente feita por esta para o INEM.

Ora, nem a chamada era falsa, nem foi feita por esta.

Para ser falsa, a chamada tinha que ser atendida e o PSD, ou quem fez a chamada, teria que relatar um caso falso, como muitas vezes acontece e aqui vem relatado.
O que sucede, é que neste caso apenas se deixou o telefone tocar para saber quanto tempo demorava o INEM a atender uma chamada, poder-se-á dizer que foi efectuada uma auditoria para saber quanto tempo demora a ser atendida uma chamada. Ou existe outra forma, real, de saber quanto tempo demora a ser atendida uma chamada sem se ligar para o número?

Depois, segundo os jornais de hoje não foi a deputada referida que fez a chamada mas um assessor do PSD, logo estão a acusar a pessoa errada.

O PS mostra-se muito indignado com esta situação que nem sequer constitui crime.

Já agora pergunto, o que pensa o PS de quem rouba gravadores?

domingo, 24 de julho de 2011

A vitória de António José Seguro (5)

Sabemos que Francisco Assis tinha sido indicado por José Sócrates como seu sucessor (na indisponibilidade de António Costa, destinado a vôos mais altos), o que justifica que a maioria das tropas "socráticas" tenha apoiado Assis.
Não deixa por isso ser motivo de reflexão que, poucos meses após uma eleição com resultado tão esmagador (mais de 90%, quase como as vitórias de Paulo Portas no CDS), o "Partido de Sócrates" tenha agora sido derrotado de forma tão evidente.
Apesar de tudo, agora é tempo de unidade interna e de trabalho pela defesa dos interesses de todos os portugueses e não apenas dos que obtêm dividendos e rendimentos de capital...

A vitória de António José Seguro (3)

Agora é continuar a trabalhar por Portugal!

sábado, 23 de julho de 2011

A vitória de António José Seguro (2)

António José Seguro conseguiu reunir cerca de dois terços dos votos expressos pelos militantes socialistas.
É uma vitória expressiva que demonstra a opção inequívoca dos socialistas pelo Novo Ciclo, e é uma vitória valorizada pelos votos que Assis recolheu.

A vitória de António José Seguro

Eu, pela secção dos Olivais, e o Ruben Eiras, pela secção de Alcântara, fomos eleitos Delegados ao próximo Congresso do Partido Socialista.

eleições no PS

Assis Acusa Seguro de Fraude

Começam bem.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Contas Públicas

Hoje de manhã passava na SIC Noticias uma peça em que a repórter perguntava aos deputados da oposição sobre as contas públicas.

O deputado do PS falou num "aumento brutal de impostos" pelo governo - não utilizou colossal mas brutal - não utilizou imposto, mas impostos no plural.

Eu julgo que o Sr. deputado do PS quereria falar sobre o Imposto (singular) extraordinário e não sobre o "brutal" aumento de impostos, que não se sabe qual é...

Aliás, convém esclarecer que o imposto extraordinário vai ser pago pelos Portugueses mas se justiça houvesse deveria ser pago por José Sócrates e pelo antigo governo, que são os verdadeiros culpados da criação deste imposto.

Depois do deputado do PS falou o deputado do PCP que começou por referir o 25 de Abril.. está tudo dito!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Há aqui uma lógica que me escapa...

Pessoas que só vão ao PS para votar e pagam quotas: mau.
Pessoas que só vão ao PS para votar e não pagam quotas: bom.

Impressões sobre o debate entre Seguro e Assis com os militantes

Eu e o Ruben estivémos ontem no Hotel Altis e assistimos ao debate entre Seguro e Assis com os militantes do PS. Aqui vão as nossas impressões:

1- Seguro explicou o seu projecto de resposta à crise por parte dos partidos europeus da família socialista à Crise, a sua proposta, já com alguns meses, referiu a sua ideia de criação das eurobonds, explicou que entende que a participação dos simpatizantes na vida do PS se deve fazer no âmbito do Laboratório de Ideias, e por que razão os independentes não devem votar nas directas, defendeu a formação política dos militantes e que a política, para além dos aspectos técnicos que consubstanciam as respectivas propostas, deve envolver as pessoas através da confiança e dos afectos.
2- Já Assis denunciou os “militantes-fantasma” que só aparecem de 2 em 2, ou de 4 em 4 anos para votar nas eleições internas, que a abertura das primárias aos independentes é uma inevitabilidade para todos os partidos, sendo esse o seu argumento para abrir as primárias a simpatizantes, defendeu a necessidade da generalização de coligações nas eleições autárquicas, censurou a ideia da política com afectos e aderiu às ideias de Seguro no âmbito da resposta europeia à crise.
3- O momento-chave de Seguro no debate foi quando, na única vez em que furou a disciplina do debate, questionou Assis sobre como compatibilizava a sua vontade de querer generalizar coligações nas autárquicas com o facto de defender eleições directas com a participação de simpatizantes. Assis não conseguiu responder, como aliás não respondeu a uma questão do público acerca das suas declarações sobre os dirigentes do PS: se tinha feito essa descoberta antes ou depois de 5 de Junho…
4- O momento-chave de Assis no debate foi quando aos militantes sentados à sua frente se eram capazes de votar numas eleições primárias no PSD (alguém disse que, sendo sócio do FC Porto, adoraria poder votar nas eleições do Benfica), o que acabou por se transformar no momento mais tenso da noite, com Assis a elevar o tom dizendo que não tinha medo de nada. Um pouco depois Seguro serenou os ânimos da assembleia.
5- No fim de contas, não é só no estilo que Seguro e Assis divergem, há outros pontos em que isso acontece. Porém, no essencial, ambos defendem o melhor para o PS e, mais importante, o melhor para os portugueses e para Portugal. Por isso o PS é um partido que, derrotado há pouco mais de um mês, demonstra uma grande vivacidade. Temos a certeza por isso que, quando merecer de novo a confiança dos portugueses, o Partido Socialista saberá merecê-la e o líder que na próxima semana for eleito será um bom Primeiro-Ministro de Portugal.

Seguro soma e segue

Todos os que sempre atacaram o Partido Socialista apoiam Francisco Assis:
A Direita e a Extrema Esquerda.
António José Seguro, de facto, assusta muita gente...

Debate Seguro e Assis em Lisboa

Eu e o Ruben assistimos a um bom debate esta noite em Lisboa entre António José Seguro e Francisco Assis, com a moderação de Joaquim Raposo.

Amanhã explicarei por que razão penso que Seguro voltou a ganhar um debate a Assis.

Em síntese, adianto que António José Seguro respondeu a todas as questões de forma clara e directa e manteve sempre a serenidade. Assis não.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O preconceito anti-Seguro

O debate de ontem veio demonstrar de novo o preconceito anti-Seguro que existe na comunicação social portuguesa, e que reúne comentadores políticos e jornalistas que são também comentadores.
A agressividade de Ana Lourenço (que até é uma das melhores entevistadoras da actualidade) para com António José Seguro foi indisfarçável, como aliás lhe têm sido visivelmente hostis as declarações, comentários e opiniões da opinião publicada.
Como de costume nas auto-intituladas elites do nosso país, há um ou outro fariseu que dá o mote e aponta o caminho, e logo todos os outros seguem acriticamente a direcção escolhida:




  1. Dizem que "Seguro tem o aparelho consigo", ignorando que durante anos percorreu o país, falando com os militantes, explicando as suas posições divergentes do partido e do grupo parlamentar. E sempre falou com todos os militantes, mesmo com os que não estão nas agendas dos telemóveis dos "opinion makers".


  2. Dizem que "Seguro é um vazio político", ignorando que a política séria não se faz com "soundbytes" excitados, mas com serenidade, prudência e respeito pela opinião contrária. Foi assim no passado, a título de exemplo, com a reforma da Assembleia da República, e é assim no presente, também a título exemplificativo, com o Laboratório de Ideias, com a resposta concertada dos partidos socialistas europeus à crise que ameaça destruir a paz europeia, com a defesa intransigente da igualdade de oportunidades de acesso aos bens essenciais de Saúde, Educação e Justiça.


  3. Dizem que "Seguro não é corajoso e andou a manobrar na sombra durante 6 anos", ignorando a sua corajosa e solitária posição relativa ao financiamento partidário, ignorando que muitos daqueles que publicamente assumiram a sua simpatia por ele, foram afastados das listas de deputados e dos órgãos do partido.

António José Seguro a todos diz "venham!". A todos pede uma ideia, uma proposta, uma solução. E lê-as. E reflecte sobre elas. Porque ao contrário de outros, Seguro não acredita em homens providenciais, em caudilhos iluminados, nem em “marketings” sebastianistas.
É por isso que os “opinion makers” o temem e alimentam o preconceito:
Porque Seguro quer que todos nós nos envolvamos no dever de trabalhar e lutar por Portugal. Porque Seguro sabe que não é com retórica ou eloquência que se pagam dívidas. Enfim, porque Seguro acredita que todos somos necessários para fazer cumprir Portugal.

Desvio

Podemos demonstrar uma das possiveis razões

Uma bela autarquia Socialista

Por falar em nomeações, por Loures temos, por enquanto:

A Mulher, a Filha, dois Cunhados e a (futura) Nora.

E como se nada fosse o "nomeador" ainda diz:

 "Admito que possa parecer mal mas não me pesa na consciência"

Seguro e Assis, o debate

Ana Lourenço, que costuma ser uma boa moderadora de debates, não conseguiu disfarçar a sua preferência por Assis o que condicionou a sua condução do debate, amparando Assis e fazendo o contrário a Seguro, como por exemplo o momento em que pede a Seguro para indicar o que o separa de Assis e a Assis o que o separa de Passos Coelho.

Francisco Assis procurou demarcar-se do facto de ter sido indigitado por José Sócrates como o seu sucessor, procurando sublinhar a sua proposta de abertura a não militantes do processo de escolha dos candidatos socialistas às eleições autárquicas. Tentou além do mais – de uma forma até inusitada – hostilizar António José Seguro.

António José Seguro adoptou uma postura de candidato a Primeiro-Ministro, falando para todos os portugueses e sublinhando as suas ideias de Europa. Para os militantes do Partido Socialista, António José Seguro conseguiu vincar o facto de que conta com todos no debate e selecção de propostas, voltando de novo a envergar a bandeira do Laboratório de Ideias.

Em minha opinião a candidatura de António José Seguro saiu mais reforçada deste debate, tanto por ter conseguido apresentar, desde já, alternativas à governação de Passos Coelho, como por ter conseguido cativar os militantes ao reforçar a sua confiança nas suas propostas e no seu trabalho.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Seguro, o Pro activo

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço, podia ser este o lema de de António José Seguro.

AJS teve seis anos, durante o consulado de José Sócrates, calado sem emitir opinião, sem criticar o líder e vem agora dizer que Passos Coelho deve ser mais activo.

Numa coisa Seguro tem razão, os socialistas sempre foram muito activos, pelo menos em afundar o País.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A (ir)responsabilidade Socialista

É certo que o PS não se congratulou com a medida da Moody's por pudor.

E depois de tudo o que é aqui descrito, ainda nos queriam deixar mais um contrato assinado no último dia.

Isto é que é responsabilidade!