sábado, 23 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Há aqui uma lógica que me escapa...
Pessoas que só vão ao PS para votar e não pagam quotas: bom.
Impressões sobre o debate entre Seguro e Assis com os militantes
2- Já Assis denunciou os “militantes-fantasma” que só aparecem de 2 em 2, ou de 4 em 4 anos para votar nas eleições internas, que a abertura das primárias aos independentes é uma inevitabilidade para todos os partidos, sendo esse o seu argumento para abrir as primárias a simpatizantes, defendeu a necessidade da generalização de coligações nas eleições autárquicas, censurou a ideia da política com afectos e aderiu às ideias de Seguro no âmbito da resposta europeia à crise.
3- O momento-chave de Seguro no debate foi quando, na única vez em que furou a disciplina do debate, questionou Assis sobre como compatibilizava a sua vontade de querer generalizar coligações nas autárquicas com o facto de defender eleições directas com a participação de simpatizantes. Assis não conseguiu responder, como aliás não respondeu a uma questão do público acerca das suas declarações sobre os dirigentes do PS: se tinha feito essa descoberta antes ou depois de 5 de Junho…
4- O momento-chave de Assis no debate foi quando aos militantes sentados à sua frente se eram capazes de votar numas eleições primárias no PSD (alguém disse que, sendo sócio do FC Porto, adoraria poder votar nas eleições do Benfica), o que acabou por se transformar no momento mais tenso da noite, com Assis a elevar o tom dizendo que não tinha medo de nada. Um pouco depois Seguro serenou os ânimos da assembleia.
5- No fim de contas, não é só no estilo que Seguro e Assis divergem, há outros pontos em que isso acontece. Porém, no essencial, ambos defendem o melhor para o PS e, mais importante, o melhor para os portugueses e para Portugal. Por isso o PS é um partido que, derrotado há pouco mais de um mês, demonstra uma grande vivacidade. Temos a certeza por isso que, quando merecer de novo a confiança dos portugueses, o Partido Socialista saberá merecê-la e o líder que na próxima semana for eleito será um bom Primeiro-Ministro de Portugal.
Análise críptico-estratégica fortemente profunda
Tenho pouca vocação e interesse para falar do que se passa na casa dos vizinhos.
Mas a porta está aberta, ouve-se o griteiro lá dentro, e toda a gente comenta.
Ora bem, também quero molhar a sopa: a direita e a extrema esquerda preferem Assis, diz-se com propósito e razão aqui abaixo. Nanja eu, direitista convicto: prefiro de longe Seguro - é que tenho um tio que leu Sun Tzu e Clausewitz e outro versado em Lenine, e ambos me asseveram que a boa táctica é enfraquecer o inimigo.
Seguro soma e segue
A Direita e a Extrema Esquerda.
António José Seguro, de facto, assusta muita gente...
Debate Seguro e Assis em Lisboa
Eu e o Ruben assistimos a um bom debate esta noite em Lisboa entre António José Seguro e Francisco Assis, com a moderação de Joaquim Raposo.quarta-feira, 13 de julho de 2011
O preconceito anti-Seguro
O debate de ontem veio demonstrar de novo o preconceito anti-Seguro que existe na comunicação social portuguesa, e que reúne comentadores políticos e jornalistas que são também comentadores.
A agressividade de Ana Lourenço (que até é uma das melhores entevistadoras da actualidade) para com António José Seguro foi indisfarçável, como aliás lhe têm sido visivelmente hostis as declarações, comentários e opiniões da opinião publicada.
Como de costume nas auto-intituladas elites do nosso país, há um ou outro fariseu que dá o mote e aponta o caminho, e logo todos os outros seguem acriticamente a direcção escolhida:
- Dizem que "Seguro tem o aparelho consigo", ignorando que durante anos percorreu o país, falando com os militantes, explicando as suas posições divergentes do partido e do grupo parlamentar. E sempre falou com todos os militantes, mesmo com os que não estão nas agendas dos telemóveis dos "opinion makers".
- Dizem que "Seguro é um vazio político", ignorando que a política séria não se faz com "soundbytes" excitados, mas com serenidade, prudência e respeito pela opinião contrária. Foi assim no passado, a título de exemplo, com a reforma da Assembleia da República, e é assim no presente, também a título exemplificativo, com o Laboratório de Ideias, com a resposta concertada dos partidos socialistas europeus à crise que ameaça destruir a paz europeia, com a defesa intransigente da igualdade de oportunidades de acesso aos bens essenciais de Saúde, Educação e Justiça.
- Dizem que "Seguro não é corajoso e andou a manobrar na sombra durante 6 anos", ignorando a sua corajosa e solitária posição relativa ao financiamento partidário, ignorando que muitos daqueles que publicamente assumiram a sua simpatia por ele, foram afastados das listas de deputados e dos órgãos do partido.
António José Seguro a todos diz "venham!". A todos pede uma ideia, uma proposta, uma solução. E lê-as. E reflecte sobre elas. Porque ao contrário de outros, Seguro não acredita em homens providenciais, em caudilhos iluminados, nem em “marketings” sebastianistas.
É por isso que os “opinion makers” o temem e alimentam o preconceito:
Porque Seguro quer que todos nós nos envolvamos no dever de trabalhar e lutar por Portugal. Porque Seguro sabe que não é com retórica ou eloquência que se pagam dívidas. Enfim, porque Seguro acredita que todos somos necessários para fazer cumprir Portugal.
Não Percebo
Agora leio aqui, o que também me pareceu, ou seja, que "António José Seguro adoptou uma postura de candidato a Primeiro-Ministro"
Mas afinal o debate de hoje era entre candidatos ao cargo de Primeiro Ministro ou a líder do PS?
É que, se não estou enganado, julgo que houve eleições legislativas há menos de um mês e julgo, também, que o PS perdeu!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Assis ou Seguro?
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Seguro, o Pro activo
AJS teve seis anos, durante o consulado de José Sócrates, calado sem emitir opinião, sem criticar o líder e vem agora dizer que Passos Coelho deve ser mais activo.
Numa coisa Seguro tem razão, os socialistas sempre foram muito activos, pelo menos em afundar o País.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Seguro soma apoios...
Depois do "Luis, fico bem assim ou assim", Seguro tem agora o apoio da Ministra que dava entrevistas como Ministra mas que prometia como candidata, como esta e que se recusou a passar a pasta ao seu sucessor, demonstrando um mau perder inacreditável e que, no fundo, não se preocupava com País.
Eu sei que Seguro não pode recusar apoios, mas pelo menos podia não veiculá-los para a comunicação social.
É pena, mas parece que no PS vamos ter mais do mesmo.