sexta-feira, 29 de abril de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Ainda Acredita?

Primeiro anunciou-se um défice abaixo dos 7,3% em 2010.
Depois descobriu-se que poderia ser um pouco mais porque o Governo não incluiu as despesas com os transportes.
Afinal descobrimos agora que o Défice se situa nos 9,1%.
Portugal está assim no 4º lugar no Ranking dos países com as piores contas públicas.

Ainda assim, o PS diz na página 26 do seu programa de governo que o défice se situou nos 6,8%.

Ainda acredita?

Polvo vs Pavão

O Polvo Paul acertava nos resultados dos jogos do Mundial, o Pavão de São Bento cada vez que o Sr. Sócrates falta à verdade, Canta!

Do mar para o campo

Na última campanha eleitoral cada vez que o CDS se destacava pela positiva e subia nas sondagens lá apareciam os submarinos.

Este ano e para ser mais abragentes, já que incluem PSD e CDS, passamos aos sobreiros!

Ainda a Entrevista do Engenheiro

Continuo sem perceber como é possível haver 30% de Portugueses que ainda votam no Sr. Sócrates.
Espero que após a entrevista de Terça feira esse número tenha diminuído significativamente.
Não sei como ainda há pessoas que acreditam na mentira muitas vezes repetida (que ao contrário do que o Sr. Sócrates pensa não se torna verdade) de que o PEC IV era a solução para não pedir ajuda externa.
Já foi dito e explicado várias vezes, por várias pessoas, de vários quadrantes políticos (inclusive do PS) que não é verdade!

Na entrevista do Sr. Sócrates, cada vez que este dizia uma “inverdade” o Pavão cantava, não tenho duvidas que tal era um sinal divino, para que os chamar à atenção dos Portugueses.
Se bem repararam o Pavão não se calou a entrevista toda….

PS? Não, Obrigado.










O Governo está calado, a Troika é muda,

Fala Passos Coelho. E alerta o Governo sobre os "esqueletos no armário", que a Troika poderá vir a encontrar.

Sócrates refere que não existem "esqueletos". Mas 3 dias depois lá aparecem 16,42 mil milhões que não estavam contabilizados no OE.

A negociação é silenciosa, o resultado desconhecido e apreensão, face às futuras medidas, geral.

O Governo pôs os portugueses à beira de um precipício, e o PS convida-nos a (dia 5 de Junho) dar um passo em frente.

Não, obrigado.



quarta-feira, 27 de abril de 2011

da entrevista do "engenheiro"...


Achei, acima de tudo, uma falta de respeito dos animais que estavam fora da sala...

Quando um pavão fala os outros deveriam baixar as orelhas!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Mensagem do 25 de Abril para conferir em Maio

Quiseram as circunstâncias da crise política que a cerimónia do 25 de Abril (a "lenga-lenga" parlamentar, como lhe chamou António Barreto) tivesse lugar, este ano, em Belém e não em São Bento.

Na cerimónia a mensagem política dos três antigos chefes de Estado e do actual Presidente da República convergiu: Portugal precisa de uma campanha eleitoral realista e de uma maioria parlamentar e social pós-eleitoral, ou seja, de um governo que tenha suporte numa ampla maioria parlamentar.

Não tenho dúvida alguma do interesse dos partidos do arco da governabilidade em integrarem um futuro governo. O objectivo de  constituição da ampla maioria parlamentar pós-eleitoral parece-me, pois, assegurado.

Mais dúvidas me oferece saber se os diferentes protagonistas políticos apresentarão discursos e propostas inteiramente sérias. No início de Maio devem ser conhecidas as medidas do FMI. Por esta altura estaremos cá para conferir quem cede à demagogia.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Parabéns, João!

Uma boa noticia para Portugal, tenho a honra de conhecer o João, um grande judoca e uma excelente pessoa.
A vitória é mais que merecida.

Parabéns, João!


Teixeira dos Santos, o "santo"??

Estão a aparecer notícias que criticam o facto de Teixeira dos Santos não ter sido convidado para integrar as listas do PS, dizendo que Sócrates e Teixeira dos Santos estão zangados.
E tais notícias referem ainda que Teixeira dos Santos se zangou com Sócrates porque anunciou o resgate do FMI e do BCE antes do primeiro ministro o fazer.
Estão agora fazer do Sr. Ministro das Finanças um talento, e a tentar desculpar o indesculpável.

Ora, quando lerem estas noticias não se esqueçam que foi este ministro das finanças - Teixeira dos Santos - que levou Portugal a este estado.
Que obrigou a que fôsesemos resgatados pela Europa.

Se Teixeira dos Santos contradizia assim tanto Sócrates e não estava de acordo com este, nem este aceitava os conselhos e as opiniões daquele, porque não se demitiu antes? mostrando assim o seu desagrado e não a sua cumplicidade com Sócrates.

Porque não fez ouvir a sua voz, como outros o fizeram.

Tão culpado é um como é outro, Teixeira dos Santos podia ter saído do governo e ter desmascarado Sócrates e evitado, muito provavelmente, tudo isto, não o fez e não tem desculpa!

Sócrates já não é unânime

o Grande Lider já não tem unanimidade, nem na sua própria lista.

As criticas a Sócrates

À medida que vamos chegando ao dia das eleições vamos notando que cada vez existem mais criticas a Sócrates.
Desta vez é Edite Estrela, que critica o facto de Teixeira dos Santos não ter sido convidado a integrar as listas do PS.
Aposto que até dia 5 de Junho muitos mais vão aparecer, o pior para os criticos será se o Grande Lider do PS tiver um bom resultado, vingativo como é...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Serviço Público

Aqui

HA!HA!HA!HA!

Telmo do Big Brother candidato a deputado... HA!HA!HA!HA!HA!

E soube-se antes ou depois da sondagem publicada hoje?

Excluem a Maria do Rosário Carneiro e a Teresa Vendas e colocam o Telmo... é mau demais, são maus demais.

A lista do PS em Leiria é de facto muito fraquinha, ao contrário a do CDS é muito forte.... Alternativa, já!

Assustador

"Sondagem: PS ultrapassa PSD a seis semanas das eleições"

Este cenário publicado hoje numa sondagem é completamente assustador.

Ou a sondagem não é verdadeira ou credível ou é simplesmente aterrador que os Portugueses depois de tudo o que se tem vindo a saber sobre o governo de Sócrates, depois de tudo o que dizem ministros e ex-ministros ainda acreditem no primeiro ministro demissionário e no PS.

Passos Coelho, vem dizer que tem que trabalhar mais, eu não sei se deia trabalhar ou estar calado,dao que são as suas trapalhadas que têm feito o PSD perder votos.

A dar-se o cenário que esta sondagem prevê, então os Portugueses não merecem que sem preocupem com eles e o FMI deveria sair, porque não merecemos a ajuda de ninguém.

Capucho e o PSD

Já aqui referi várias vezes os vários tiros no pé que Passos Coelho tem dado desde que Sócrates anunciou a sua demissão.
Este tiros no pé, como o convite a Fernando Nobre, fez com que muitas personalidades do PSD não aceitassem ser deputados e criticassem Passos por esta escolha, que é sem duvida má.
Capucho explica a razão para não ser deputado numa carta tornada pública aqui, tenho a certeza que muitos concordam com ele.
Capucho explica as razões porque Nobre não deveria ser candidato, bem como põe a "nú" todas as suas incoerências e os perigos de este vir a ser o n.º 2 do Estado.
Aqui fica um excerto dessa carta:

"Fernando Nobre é uma personalidade representativa da sociedade civil muito estimável e que admiro, nomeadamente pelo trabalho que tem desenvolvido na AMI, mas inconsistente politicamente, como abundantemente demonstrou na última campanha eleitoral e as televisões já começaram a evidenciar impiedosamente, relembrando algumas afirmações comprometedoras e as incoerências em que está a cair.
Nomeadamente penosa é a afirmação peremptória de que nunca seria candidato à Assembleia da República, invocando então razões de coerência e de independência. Por outro lado, não podemos esquecer que Fernando Nobre foi o mandatário da candidatura do BE ao Parlamento Europeu, nem podemos ignorar as posições deste Partido contrárias à União Europeia! Como é que agora pode integrar as listas de um Partido que defende a integração europeia, e ser proposto para segunda figura do Estado, sem que isso seja tomado como mais uma grave contradição e incoerência? Acresce que, durante a campanha presidencial, o candidato Fernando Nobre abundou nas críticas demagógicas e virulentas ao Presidente da República e aos Partidos.
De resto, tenho as maiores dúvidas que a inclusão de Fernando Nobre nas listas do PSD se traduza numa mais-valia eleitoral. Pelo contrário: o cidadão comum olha para esta operação como uma 'caça ao voto' e creio que a generalidade dos eleitores que nele apostaram estão à nossa esquerda e são críticos dos Partidos. Serão provavelmente poucos os que vão acompanhar o candidato nesta transumância. Basta atentar nas redes sociais bem como nos fóruns das televisões e das rádios, para concluirmos sobre a hostilidade muito generalizada à candidatura legislativa. Não é por acaso que a página de Fernando Nobre no Facebook foi encerrada... Os próximos dias vão provavelmente confirmar este crescendo crítico também nas nossas hostes, facto que me leva a acreditar que, com Fernando Nobre, é negativo o saldo entre os que captamos de novo para as listas do PSD e o conjunto dos nossos tradicionais apoiantes que se afastam, indignados com a opção em causa.
E não se diga que tenho qualquer reserva de fundo quanto ao alargamento das nossas listas a independentes representativos da sociedade civil. Ao longo da minha carreira política sempre me pronunciei nesse sentido e levei à concretização de muitas situações em conformidade, não só para a Assembleia, como para as Autarquias e até o Governo da República. Mas este caso é manifestamente desajustado e excessivo!
Mas, mais grave e chocante é o inexplicável compromisso de candidatar Fernando Nobre à Presidência da Assembleia (candidatura cujo desfecho está longe de ser garantido, mesmo com uma maioria parlamentar do PSD). Estamos a falar da segunda figura do Estado, que pode ser chamado em qualquer momento a substituir o Presidente da República, caso em que teríamos um político sem preparação e anti-europeísta no cargo cimeiro do Estado. Estamos a falar de um cargo que, para além das funções meramente protocolares, exige uma experiência parlamentar sólida (não é por acaso que sempre foram eleitos para o efeito personalidades com larga e consistente experiência política e parlamentar). Por outro lado, proporcionar a Fernando Nobre um mandato na Presidência da Assembleia, significa catapultá-lo para a candidatura seguinte à Presidência da República. Se ele decidir avançar, o PSD estará então em condições de lhe negar o apoio?
Provavelmente não, depois de o ter apoiado para segunda figura do Estado... E mesmo que o PSD decida apoiar outro candidato, com perfil mais adequado para suceder a Cavaco Silva, é evidente que terá pela frente em Fernando Nobre um adversário forte, por nós promovido.
Concedendo que é irreversível a inclusão como cabeça de lista de Lisboa, pergunto-me se, em lugar da polémica candidatura à Presidência da Assembleia, não seria mais adequado a abertura para uma pasta da área social no Governo e/ou a candidatura ao Conselho de Estado?
Qualquer das soluções adequa-se melhor ao perfil de Fernando Nobre!
Ainda estaremos a tempo deste ajustamento? Creio que o próprio Fernando Nobre, após conhecimento das reacções adversas que se multiplicam, nomeadamente vindas daqueles que nele confiaram, talvez queira repensar a situação!
Em suma, o PSD, preterindo militantes prestigiados e com perfil muito mais adequado para a Presidência da Assembleia, acolhe nas suas listas em lugar de destaque e com perspectivas de promoção a segunda figura do Estado, uma personalidade independente sem perfil adequado, muito polémica, sem consistência nem coerência política e de duvidosa atractividade eleitoral, tudo com o pretexto de alargar as listas a independentes e dar voz a um prestigiado representante da sociedade civil. Poucos serão os eleitores que acolhem esta justificação e muitos serão os que simplesmente classificam a operação como uma lamentável 'caça ao voto'.
Não posso pactuar com esta opção nem deixar-me subalternizar depois de tudo o que fiz nos passados 37 anos ao serviço do meu País e do PSD.
Prefiro ficar de fora."

A carta de Capucho é muito dura, mas é verdadeira.
Depois desta carta e de tudo o que foi dito, tanto Passos Coelho poderia, num acto de humildade e admitindo o sue erro, retirar Fernando Nobre de número um do PSd, ou, Fernando Nobre poderia mostrar que, afinal, estão todos errados, e que não tem apego a "tachos" e admitir que errou ao aceitar o convite e auto excluir-se da lista.
Infelizmente para Portugal julgo que nenhim dos odois terá essa atitude, o que poderá fazer que Sócrates volte a ganhar as eleições. como está nesta sondagem.

Para o PS não ganhar as eleições, para não destruirem ainda mais Portugal, só há uma solução: o CDS!

noite sem luz...

mas ao menos o Real ganhou.

O Costume

Quando não se tem razão nem argumentos parte-se para a ofensa.
Quando não se têm ideias pedem-se motins e revoluções,  a esquerda no seu melhor.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ainda Futre...

Já no dia 4 de Abril tinha dito que os "Velhos do Restelo" tinham facilmente criticado a Futre.
Finalmente encontrei um comentário em que reconhecem a capacidade de ver mais além do Futre, link
E como diz João Pinto e Castro: "Um país cujas classes dirigentes revelam menos visão do mundo que um ex-futebolista tem, claramente, um problema."

Insolvência

Deviamos mesmo apresentar uma queixa, como aqui diz, não sei se não será é dolosa - artigo 227º do Código Penal.

Leituras

Vale a pena ir ler este Post do Pedro Pestana Bastos - aqui

PREC 3

Eu não cometi crime nenhum, muitos há que os cometeram e continuam à solta.

O meu receio é só os mandatos de detenção em branco...

Otelo em entrevista ao Expresso:
"Deixava dez mandados de captura assinados, em branco, no cofre do Copcon. "

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A seriedade

Sob pena de me chamarem fascista, reaccionário, ultra-conservador, etc. não resisto a colocar aqui uma citação do livro "Como se reergue um Estado", de António de Oliveira Salazar, cuja passagem deve ser lida e relida por todos os políticos que se apresentam a estas eleições:

"A seriedade é, em primeiro lugar, a conformidade dos sentimentos com as ideias e a conformidade dos actos com os princípios. Tanto na vida pública como na vida privada, a falta de sinceridade desmoraliza e cansa: nenhum regime político que emprega a mentira como método de governação ou que se contenta com verdades convencionais pode ter crédito na alma popular"

Há coisas simples que já foram pensadas, era tão bom que fossem postas em prática...

CDS, a cantera do PS

Para se ser ministro ou deputado do PS é necessário ser fundador do CDS.

Contradições de Nobre

Nobre dizia que "Primeiro apoio o Bloco de Esquerda porque sou coerente comigo próprio e as ideias do Bloco de Esquerda são as que tenho defendido, nos meus comicios, nas minhas palestras" - aqui


Depois promoveu uma aandidatura apartidária, de cidadania que dizia mal dos partidos dizendo ainda que ia para Belém a não ser que lhe dessem um tiro na cabeça - aqui

Mais recentemente aceitou um convite do PSD para se candidatar a deputado encabeçando a lista de Lisboa e dizia que "Se não for eleito Presidente da Assembleia da República renuncio ao lugar de deputado"  - Aqui

Depois veio a terreiro dizer que tinha sido convidado também pelo PS, mas que optou pelos Sociais democratas porque iria ser Presidente da AR

Agora, afinal logo vejo, não sei se renuncio, talvez, vamos ver, não sei - aqui

Que contradições e incoerências ainda vamos ter deste senhor?

Passos Coelho esteve e tem estado muito mal, aposto que nas próximas sondagens o PS subiu.
Caro Diogo,

De extrema esquerda a independente contra os partidos a candidato a Presidente à Assembleia da República a candidato a deputado, que se seguirá??

militante do PSD? candidato a Presidente da JSD? candidato a primeiro ministro?

Vem mesmo o PREC?

Eu aqui avisei para que se preparassem para o PREC, a reunião entre o PCP e o BE era o primeiro indício. Houve quem dissesse que era boato.
Após esta reunião Francisco Assis veio falar de coligações.
Depois veio Manuel Alegre a respeito daquele encontro dizer que não pensassem fazer alianças de esquerda sem o PS.
Marinho e Pinro veio também falar numa "greve à democracia"

Agora vem o grande pensador do PREC dizer que:

"O meu sonho durante o PREC (processo revolucionário pós 25 de abril) começou a ser a possibilidade de instauração no país de um modelo novo de regime político que passava pela democracia directa”, pela criação de um “Estado de poder popular em que os partidos ficassem subalternizados”, à semelhança do que está a acontecer agora na Islândia, disse Otelo Saraiva de Carvalho à Lusa."

E ainda que:

 “Ou a classe política toma consciência da gravidade da situação ou pode haver uma eclosão social enorme", declarou."
 


Se isto não é o caminho para o PREC, é o quê??

Vou ali fazer as malas, pedir a uns amigos que me arranjem casa e emprego em Madrid, que dia 6 podemos ter que atravessar a fronteira a “salto”.

domingo, 17 de abril de 2011

Ainda se lembram deste Basílio?

Todos têm direito a mudar de opinião. Mas quem tem um passado deve saber respeitá-lo.

Basílio Horta, 37 anos depois de co-fundar o CDS, podia ter-se apercebido das virtudes de um socialismo que sempre combateu... esse mesmo socialismo que Basílio Horta contestava nas Presidenciais de 91 e que o levaram a ser cabeça de lista pelo CDS de Paulo Portas em 1999 e 2002.

Mas ao aceitar encabeçar a lista do Partido Socialista por Leiria, depois de ter sido nomeado para a Presidência da AICEP pelo Governo de Sócrates, Basílio Horta coloca-se numa posição que não condiz com o seu passado e que não o dignifica.

Basílio podia-se muito bem ter poupado a este papel.

Um país de rastos

O FMI, o FEEF e a CE estudam quanto terão de nos emprestar. Enquanto isso:
  • O bastonário da Ordem dos Advogados apela à "greve" à democracia, promovendo a abstenção.
  • Fernando Nobre presta declarações desastradas.
  • Os partidos discutem lugares e tardam em apresentar propostas.
Não admira que Luís Duque venha a terreiro dizer que corremos o risco de sair do Euro. Querem estar mais perto do abismo?

Nobre Nobre

Fernando Nobre assume que só lhe interessa lugar de presidente da AR
Fernando Nobre está a ter uma atitude muito "nobre" ao assinalar que só está disposto a ser Presidente da Assembleia da República, e não ser um mero Deputado.
Fernando Nobre é uma pessoa muito "nobre" dado que:
1) Ajuda os doentes necessitados sendo presidente da AMI (ser médico e ir tratá-los com um salário de médico numa organização não presidida por ele não lhe chega)
2) Quer contribuir politicamente para a sociedade portuguesa sendo Presidente da República ou sendo o Presidente da Assembleia da República (ambos os cargos que não são supervisionados e os 2 cargos teoricamente mais bem pagos na administração pública, ainda que o salário seja uma miséria para a responsabilidade que acarretam)

Não obstante, não sei se esta atitude de Fernando Nobre terá um impacto positivo ou negativo na "nobreza" média do parlamento...
... claramente à priori o parlamento ficará menos "nobre" sem Fernando Nobre, mas será isso realmente verdade?

Marinho e Pinto põe o dedo na ferida

Sem dúvida que as declarações de Marinho e Pinto são chocantes.
Não obstante, Marinho e Pinto põe o dedo na ferida.
Vejamos o "calibre" dos candidatos às próximas eleições...
...
O melhor é ir buscar o Terço e ir à Missa!
Ainda por cima hoje é Domingo!

Greve à Democracia?

Até tenho medo das declarações do Bastonário Marinho e Pinto.

O Sr. Bastonário vem sempre dizendo que lutou pela democracia em Portugal, depois vem dizer isto, será que se prepara para fazer uma revolução na Ordem dos Advogados e proclamar uma ditadura?

Eu sei que uma vez eleito Bastonário, é se bastonário a vida toda, no entanto, gostava de continuar a votar em eleções da Ordem dos Advogados e de escolher outro o próximo Bastonário em eleições livres.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Eurocépticos? Eurocalmos? Institucionalistas!!!

Os eurocalmos, outrora eurocépticos, vendem agora a imagem de institucionalistas.

Institucionalistas, porque têm de convencer PSD e PS que, num cenário de coligação pós-eleitoral, podem contar com eles.

O CDS-PP vai para a campanha eleitoral convencido que será Governo.

E para eles o importante é ser Governo, seja com PSD ou PS.

Passos, enquanto esperas...

... o Pacheco Pereira vai tentando acertar.

Passos, mais um tirinho?

Desta vez o tiro não é no pé.
Desta vez o tiro pode ser dado no sitio mais grave, porque será dado por Fernando Nobre, coadjuvado por Judite de Sousa.
Será que o PSD tem mesmo a certeza que quer deixar Fernando Nobre ser entrevistado por Judite de Sousa este domingo?
Seria interessante fazer uma sondagem no sábado antes da entrevista e na segunda feira após.
Por este andar ou Sócrates ganha as eleições, ou então, o que eu sugiro, é os eleitores do PSD experimentarem votar no CDS, pode ser que tenhamos um governo a sério, desta vez.

6 de Junho

E assim se começa a preparar o dia 6 de Junho no Largo do Rato

quarta-feira, 13 de abril de 2011

das duas uma

O ministro demissionário Teixeira dos Santos vem agora dizer que "Portugal tem vivido acima das suas possibilidades"e que "não é possível que o Pais sistematicamente gaste 8% a 9% mais do que aquilo que produz" e ainda que só tem dinheiro até Maio. 
Em primeiro lugar, é impossível que o Sr. Ministro só agora se tenha apercebido do que vem, só agora, dizer, o que demonstra ou que mentiu, tanto ele, como o Sr. Sócrates ou que não contou ao primeiro ministro - o que não é verosímil -.
Não obstante, atentemos no Curriculum Politico do Senhor Dr. Teixeira dos Santos e vejam se é crível que ele só agora soubesse que não temos dinheiro e que gastamos demais.

Ministro das Finanças e de Estado do XVIII Governo Constitucional Desde 2009-10-26:
De 2009-07-02 até 2009-10-25: Ministro da Economia e da Inovação do XVII Governo Constitucional
Desde 2005-07-21 até 2009-10-25: Ministro das Finanças e e de Estado do XVII Governo Constitucional
De 1995-10-30 até 1999-10-25: Secretário de Estado do Tesouro e Finanças do XIII Governo Constitucional

Das duas, uma:
Ou escondeu a realidade ou não tinha competência para o cargo que (ainda) ocupa.

HA!HA!HA!HA! Hoje não é dia 1 de Abril

Agente da PSP distinguido por fazes centros de mesa!

Presos que queiram iniciar greve de fome têm que preencher formulário

A (in)coerência

A incoerência que agora por todos é apontada resulta da situação excepcional que se vive no país.

Na verdade, há muito que se defende abertura dos partidos à sociedade civil.

Portanto, apresentação da candidatura de Nobre pelo PSD iniciar-se-á com as seguintes palavras de Passos Coelho:

Na altura [do lançamento Mais Sociedade] transmiti-lhes a ideia que era importante que déssemos espaço, em todos os partidos, a uma auscultação grande da sociedade civil, de modo a que ela se pudesse sentir mobilizada e depois representada nos próprios partidos e nos projectos que estes viessem a defender.

Os tempos que se avizinham não dão espaço à politiquice.

Ora aqui está uma questão de coerência



Nobre é o candidato do PSD à Assembleia da República

Estou desejoso se ver a apresentação de candidatura pelo PSD.
 "Estou aqui, pelo Pedro, pelo Miguel, pelo Marco, pelo Alberto João porque são pessoas irreverentes...."

Tiro na Cabeça

Tivemos de tudo. Freeport, Independente, PT/TVI, licenciamento de casa na Covilhã, funcionários públicos perseguidos, parcialidade da comunicação social, parcerias público-privadas de gestão duvidosa. TGV e aeroporto. Apoios sociais retirados. Ataque ao Estado Social, que agora já importa.

Tudo é irrelevante. Afinal, Sócrates tem a melhor empresa de comunicação, como se viu no congresso do PS. E resulta.

O PS leva o país à ruína, mas interessa discutir a vida interna do PSD.

A direita fracciona-se e Sócrates segue calmamente.

Se Passos Coelho dá tiros no pé, Sócrates dá tiros na cabeça.

terça-feira, 12 de abril de 2011

E será mais outro tirinho?

Começou por não ser nada, depois era um telefonema de S. Bento para a S. Caetano à Lapa, agora já foi um encontro...

Quem diz verdade? Sócrates, Passos??

Será mais um tiro no pé de Passos?

É preciso uma alternativa, já!

Mais um tiro no pé...

Caro Diogo,

Acho que o teu amigo deu mais um tiro no pé... e ainda faltam mais de cinquenta dias para as eleições.

Ai que o Sr. Sócrates ainda lá vai.

O Nobre ou o povo?

Depois de Manuela Ferreira Leite, Marques Mendes e António Capucho, chega agora a vez de Luís Filipe Menezes recusar o convite de Pedro Passos Coelho para as listas de deputados. Parece que o povo do PSD (embora os mencionados sejam até considerados Barões), não está muito à vontade com algumas escolhas da direcção. Contrariamente ao hino nacional, no PSD algum povo não se quer confundir com nenhum Nobre.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O Super Sócrates?

Sócrates apresentou-se aos socialistas, em Congresso, como o defensor e garante do patriotismo, do bem comum, da escola pública, do serviço nacional de saúde. Uma espécie de homos superior que, inclusive, já enfrentou 5 diferentes líderes do PSD.

Gorada a tese do "ou eu ou o FMI", apresenta-se agora ao país como o homem certo para governar com o FMI. Está em curso um processo transvaloração de todos os valores...

Depois de ter conduzido o país à situação difícil em que se encontra, confesso que não esperava que Sócrates estivesse com a "moral" tão em alta para enfrentar eleições. A verdade é que tem discurso e vê-se que tem garra.

Estamos, pois, perante um incansável animal político que será um "osso duro de roer" nas eleições de 5 de Junho. Não dou nenhum resultado por certo.

domingo, 10 de abril de 2011

Quem negoceia a ajuda externa?

Sócrates quer Cavaco e partidos a acompanhar negociações da ajuda externa, link
Reflexões:
1) Revela a falta de competência para fazer-lo sozinho, dado que "enterrou" o país sozinho
2) Revela calculismo político e retira a negociação da agenda política, colando todos os partidos às restrições que vêm aí
3) Cria um sistema de grande unidade... onde há unidade não há comadres zangadas. E como diz o ditado: "Quando se zangam as comadres, se sabem as verdades"

Porquê que não participa a sociedade civil nas negociações?
Porque não se criam vagas na equipa para que pessoas que não estão manchadas pela actual desgraça possam contribuir para o resuscitar de Portugal?

Nobre no PSD...

Pedro Passos Coelho quer que Fernando Nobre seja o Presidente da Assembleia da República, link. Uma ideia original...
Não obstante, que irá aportar o médico da AMI?

Contradições (3)

Se um governo de gestão pode pedir ajuda externa, porque não pode por portagens nas SCUTS? link

CDS e a Grande Votação

Também eu tenho que concordar que se antevê uma grande votação para o CDS.
O CDS foi de facto o partido que, com responsabilidade fez oposição nos últimos anos e se preocupou com os Portugueses.
Na verdade o CDS é a ALTERNATIVA com muita RESPONSABILIDADE, que Portugal necessita.

Congresso do PS - A verdade

Haja alguém que no congresso do PS tem coragem de dizer a Verdade! aqui

PREC 2

E assim se prepara uma coligação pós eleitoral....
Um abraço a Almeida Santos e outro a José Sócrates selou o regresso de Manuel Alegre às intervenções nas tribunas dos congressos do PS e à direcção nacional do partido – pela primeira vez ao lado do actual secretário-geral. Ovacionado pelos congressistas de pé, fez questão de comentar o encontro que se realizou ontem entre PCP e BE, afirmando: “Não repitam o erro de 1975. Não queiram dispensar os socialistas. Não há soluções de esquerda sem o Partido Socialista.”

Agora é que vem o PREC!!

sábado, 9 de abril de 2011

Congresso do PS virado para dentro

Ricardo Costa resume bem o congresso do PS: discursos virados para dentro, descolados dos problemas dos portugueses.

Congresso PS 2

Esperem lá.... agora não percebi nada disto...
Digam-me que as eleições que o Sr. Sócrates se refere são as autárquicas ou as Europeias ou as Presidenciais

Congresso PS 1

E quando é que Sócrates anuncia o candidato socialista a Primeiro ministro?
ou vai ser só isto

Já começa

Narciso Miranda acusou ontem Sócrates de colocar os interesses do PS à frente dos de Portugal.
Eu diria mais, S´crates coloca os interesses dele à frente dos do País e dos do PS.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Contradições (2)

Ontem o Financial Times anunciava que Portugal estava em conversações para pedir ajuda externa, às 10 da manhã o gabinete do Primeiro Ministro desmentia tal noticia e negava qualquer pedido à União Europeia, às 16:30 Lacão assumia que se pode eventualmente se poderia pedir ajuda externa, às 18:00 o ministro das Finanças afirmava que Portugal teria que pedir ajuda Externa, poco antes das 20:00 Sócrates informava o PR e às 20:00 anunciava que Portugal ia pedir ajuda Externa....

Contradições (1)

Se um governo em gestão não pode pedir ajuda ao FMI, porque raio Sócrates anunciou ontem que pedia, só informou o Presidente da República pouco antes da declaração que fez ao País e depois do Ministro das Finanças ter admitido numa entrevista ao Jornal de Negócios??

Será mentira?

Apesar de muitos ditos e não ditos, de verdades e mentiras, eu ainda quero acreditar que o Sr. Primeiro Ministro não é uma pessoa que falta à verdade cada vez que fala.
Ora, Sócrates afirmou várias vezes que não governaria com o FMI Aqui, Aqui, Aqui e Aqui 
Ora, neste momento está demissionário, portanto até hoje cumpriu a sua palavra.
Acredito que desde congresso do PS vai sair um candidato a Primeiro Ministro que não Sócrates, que concerteza se irá manter lider do PS, se assim não acontecer, será que os Portugueses lhe continuarão a dar credibilidade?
35 anos de Governos PS e PSD; 3ª intervenção do FMI. Vai continuar a votar nos mesmos?

Procrastinação

O Variações era brilhante em retratar socialmente o português: "deixar para amanhã o que se pode fazer hoje". Não consigo descortinar, da direita à esquerda, um apelo ao não adiamento do país, mas sobretudo, não entendo, porque é que os dossiers não se podem estudar já hoje, e com essas conclusões, delinear estratégias? Só em Agosto é que se sabe se a estrutura do IVA terá de ser alterada? Façam os trabalhos de casa, e amparem, desde já o País angustiado
Digam, sem medo: Portugueses, o estado das contas é este, vamos pagá-las desta forma e queremos que o país cresça de acordo com as seguintes medidas. O país não pode ficar em stand by. E o primeiro partido que se chegar à frente, pode assim vencer a abstenção.
E já agora, no domínio da fiscalidade: simplificação, informação e mais fiscalização = mais receita

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ajuda Evitável e Tardia

O auxílio financeiro pedido pelo Governo era evitável, mas peca por tarde.

Portugal enfrentava uma crise interna e mundial e conheceu atempadamente as razões dessa crise.

Este pedido de ajuda era evitável, mas o Governo não reduziu, atempadamente, a despesa do Estado, tantas vezes exigidas pelos partidos da oposição. Não diminuiu o IRC, ou seja, não apoiou as PME’s – representantes de cerca de 70% da empregabilidade e produção portuguesa, impulsionando assim a economia interna.

Este pedido de ajuda era evitável, mas o Governo não deu, atempadamente, sinais claros aos mercados internacionais de consolidação orçamental e ficou refém dos juros e rating’s.

O Governo conhecia os ataques dos mercados às economias grega e irlandesa. Conheceu as políticas adoptadas por Espanha que estancou habilmente a especulação em torno da sua divida.

No entanto, Sócrates preferiu o jogo político interno.

Agora, ajuda peca por tarde, tudo porque Sócrates prefere apresentar sucessivos PECs, culpabilizar a oposição, demitir-se, provocar eleições antecipadas a reconhecer a sua incapacidade governativa. E esta falta de sentido de Estado resultou no pagamento de juros usurários que os portugueses terão de pagar daqui a 3, 5 e 10 anos.

Exigia mais de um Governo.

FMI

Teixeira dos Santos deu o mote, vai ser necessário recorrer à ajuda do FMI.

aqui o Ministro admitia que tal poderia ser possivel , caso Portugal falhasse.

E Portugal falhou.... falhou quando em 2009 colocou este governo no Poder.

Não será nada estranho que venha hoje Sócrates dizer que vai ter que pedir ajuda externa, que a culpa é da oposição que não aprovou o PEC IV.

Não é verdade!

A verdade é que o governo sabia que tal pedido era inevitável, uma vez que as suas medidas falharam, a verdade é que ao saber desta inevitabilidade Sócrates provocou a sua queda para agora dizer que a culpa é dos outros.

Espero que os Portugueses saibam reconhecer isto e o mandem embora de uma vez, dia 5 de Junho vamos ter essa oportunidade, não a deixem fugir!

A capitulação: Portugal tem de pedir ajuda externa já!

Segundo o Jornal de Negócios Texeira dos Santos afirmou: Portugal tem de pedir ajuda externa já!

Hoje mesmo Bagão Félix desmentiu a ao Sr. Sócrates, e o Sr. Jaime Gama retira-se estrategicamente como António Guterres em 2002, link.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Como estará a situação???

Até já Ricardo Salgado pede o pedido de ajuda externa (5/4/2011),link

Santos Ferreira já o tinha pedido ontem (4/4/2011), link

e Fernando Ulrich já o implicitamente afirmara à 11 meses com a célebre frase "O dia em que batermos na parede não está muito longe" (18/5/2010), link

Infelizmente, este caminho estava há muito anunciado.
A 8 de Março de 2001, realizou-se uma conferência na Universidade Católica Portuguesa, promovida pela associação de estudantes AEFCEE da qual fazia parte, com o título: "Portugal, que futuro". Um dos temas que fazia parte dessa conferência era o excessivo endividamento externo da economia portuguesa...
Há 10 anos atrás ainda era possível inverter o caminho, mas agora... vamos ter a parede! E não temos airbag...

Nessa conferência participaram da área do PSD Tavares Moreira (ex-Governador do Banco de Portugal), do PS Joel Hasse Ferreira (ex-Secretário de Estado do Orçamento - Deputado nessa data), do CDS não me recordo quem foi (não está registado no flyer de promoção do evento e de momento não encontro os seus dados), e do BE tinha sido convidado Francisco Louçã, mas que não foi por impedimentos de agenda.

Na minha opinião, todos estes partidos desde então já estariam cientes do problema que se estava a criar com o excessivo endividamento externo...

O PSD pela voz de Santana Lopes e de Manuela Ferreira Leite avisaram que era necessário apertar o cinto ao estado, mesmo em campanhas eleitorais...

O PP também toquou no tema ao de leve em campanhas eleitorais.

Quanto ao PS e BE... não me recordo que abordassem o tema em campanhas eleitorais ou mesmo fora delas... até que chegaram os famosos PECs pela mão do PS.

E segundo o PS, o problema só surge por culpa da oposição que não aprovou o PEC IV!!!

Até o PCP já tem sentido de Estado!!!!!!!!

A proposta do PCP de se vender 20% dos títulos estrangeiros para aliviar a pressão dos juros portugueses terá sentido?
Pontos contra: Caso Portugal vá à ruina amplifica-se o problema... com prejuízo de quem descontou para a Segurança Social poder perder parte da sua reforma, e de quem poupou e investiu em fundos poderá também perder parte do seu dinheiro em caso de reestruturação com reparto de perdas
Pontos a favor: Caso Portugal não vá à ruina consegue-se:
1) Aliviar a tensão financeira de curto prazo do país caso se use para financiação primária
2) Permite ganhos de capitais, caso se compre dívida pública por debaixo do seu valor nominal

Não obstante: Quem é o louco que vai por um tostão que seja nas mãos dos Sr. Sócrates e dos seus comparsas depois de tantos PECs e revisões de défices?
Ainda que o Governo seja de gestão tem a possibilidade de fazer muitas asneiras!

PREC

Se é Boato, quer dizer que posso não ter tanta pressa em fazer as malas?

Já estou mais descansado!

Ir ao Campo Pequeno só se for para ver um espectáculo ou umas corridas de Touros.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O Bloco de Esquerda tende a dar um abraço de urso ao PCP

A aproximação do Bloco de Esquerda ao PCP poderá aprisionar o PCP.
Com este movimento, o Bloco de Esquerda está claramente a posicionar-se junto do eleitorado do PCP, ao mesmo tempo que se descola do Partido Socialista e do apoio que deu à estratégia do Sr. Sócrates nas eleições presidenciais.
Dado que o Bloco de Esquerda é uma força jovem em ascensão e o PCP se encontra numa longa letargia com um eleitorado de idade avançada, uma aproximação dos 2 partidos poderá resultar num abraço de urso, no qual o PCP poderá perder a sua espinha dorsal e ser parcialmente absorvido pelo Bloco de Esquerda no longo prazo.

Preparem-se para o PREC

Depois do BE e do PCP já terem agendado uma reunião para uma possivel aliança, Assis já fala em coligações.
Assim como assim, acho que vou ali vender o ouro e começar a fazer as malas

Rejeitaram o PEC preparem-se para o PREC

As direcções do Bloco de Esquerda e PCP vão-se juntar numa reunião e podem fazer uma aliança.
A noticia está na edição online do Público, aqui
Agora imaginem PS, BE e PCP no governo...
Vendam as pratas, escondam o ouro, fechem as casas: em vez do PEC parece-me que vem ai o PREC.

Reforma do sistema educativo

A semana passada o Wall Street Journal publicou um artigo de opinião de Charles Forelle com o título “A Nation of dropouts shakes Europe” – Um país de desistentes agita a Europa.
O autor deste artigo faz um retrato de Portugal começando por dizer que “os currículos são pouco exigentes”, diz ainda que “Portugal deve gerar um crescimento económico suficiente, para a longo prazo, saldar o pagamento das suas grande dívidas, mas a mão de obra não qualificada torna o objectivo difícil.”
Ora, este é de facto um retrato do que os últimos governos fizeram ao nosso país.
Em vez de se apostar em cursos técnicos, apostou-se em abrir faculdades para que os licenciados aumentassem, optou-se por não exigir nada de quem estuda, que pode ir passando livremente de ano, apesar de não ter aproveitamento para tal; optou-se por proteger demais quem “estuda” – ou melhor frequenta a escola – tirando poderes aos professores, quem não se lembra do caso do telemóvel em que contra a Professora foi intentado um processo disciplinar?
Portugal deveria ter apostado em cursos técnicos exigentes que formassem mão de obra qualificada, que pudesse lutar contra os países do leste que têm neste momento mão de obra mais qualificada e mais barata que Portugal, fazendo com que o nosso País perdesse as industrias para aqueles.
É inegável que a capacidade de crescimento de Portugal é fraca.
Esperemos que ainda haja tempo, ainda, para mudar, será necessário uma reforma profunda do sistema educativo.
Haja Coragem para tal!

...

Por favor, avisem o Futre que o nosso blogue teve duas vizualizações da China, se ele nos quiser trazer charters com investidores, nós aceitamos

sábado, 2 de abril de 2011

O Amuo do Governo

Perante o cenário de bancarrota, com uma crise social muito grave;

Perante a implacável acção dos mercados, não dando tréguas a Portugal, levando de arrasto os bancos portugueses;

Perante a eminência de um pedido de ajuda externa, que está cada vez mais perto;

O Governo amua e não governa.

Teixeira dos Santos, António Mendonça, Jorge Lacão e Sócrates dizem que o Governo é de gestão e nada podem fazer - quais crianças amuadas a quem lhes tiram um brinquedo.

Mas os Ministros não podem ser crianças e o exercício da governação o seu brinquedo.

Por conseguinte, Cavaco Silva, lá encontrou paciência para explicar aos ilustres Ministros que terão todo o apoio da Presidência da República no caso de Portugal pedir ajuda externa e que, mesmo de Gestão, o Governo não está impedido de praticar os actos necessários à salvaguarda dos interesses económicos da Nação.

Isto admite-se?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Vale a Pena ler isto (recebido por e-mail)

Campos e Cunha, antigo ministro das Finanças de José Sócrates, diz que "esta crise governamental foi desejada e planeada pelo Governo".
O professor universitário escreve hoje no Público que "há várias semanas que o Governo adivinhava o final desta semana e antecipou- se".
Diz Campos e Cunha que "como o Governo sabia antecipadamente o que iria acontecer às contas de 2010 e quis precipitar a crise antes do descalabro final; assim, negociou e ajustou um conjunto de medidas (vulgo PEC- 4) apenas e só com os nossos parceiros europeus. Nesse pacote estava tudo o que o PSD tinha vetado em negociações anteriores (PEC- 2 e PEC- 3). Apresentou essas medidas, num primeiro momento, como inegociáveis. O PSD, orgulhoso da sua posição disse um "não" também inegociável.
No dia seguinte, o Governo, dando o dito por não dito, afirmou- se disposto a negociar. Mas o PSD caiu que nem um patinho e o Governo caiu como o próprio queria e planeou".
A partir de agora, continua Campos e Cunha, para Sócrates as culpas são do PSD: "A queda brutal dos ratings, a subidas das taxas de juro, o descalabro das contas públicas serão tudo culpa do PSD (...) que vai passar o tempo a justificar- se, ou seja, perdeu a discussão. Pode não ter perdido as eleições, a ver vamos, mas pode perder a maioria absoluta".
Para o antigo ministro de Sócrates, "estamos a viver um filme de terror em que o drácula culpa a vítima de lhe sugar o sangue. Estamos a viver o malbaratar dos dinheiros públicos durante muitos anos, com especial relevância nos últimos cinco. Estamos a sofrer as consequências da dita política keynesiana de 2009 que teria
permitido que a recessão fosse apenas de 2,6%. Muitos defenderam tal irracionalidade, mas também houve quem chamasse a atenção da idiotia de tal abordagem numa pequena economia, sem moeda própria e sem fronteiras económicas".
"A situação económico- financeira é de tal descalabro que não pode haver eleições antecipadas sem haver uma crise política, económica e financeira de acordo com vários ministros, começando pelo primeiro.
É a constituição e a democracia que está em causa", alerta o mesmo responsável.
Campos e Cunha deixa um alerta aos portugueses: "tudo isto tem um rosto e um primeiro responsável.
Lembrem- se disto no dia do voto e não faltem, nem que seja para votar em branco", conclui.

O que nos deixam...

As eleições são para apresentação de propostas e não para repartir culpas

O PS quis a crise e a oposição aceitou-a, fazendo a vontade ao Governo.
O país saiu a perder porque a instabilidade e a ausência de rumo, no imediato, fará o país afundar.

Teria sido melhor outro caminho. Mas o destino do país estava traçado.
Provavelmente, vamos todos, especialmente a classe média, ter de aprender a viver com um poder de compra 20% abaixo.

As eleições estão convocadas.
Seria bom que os Partidos, ao invés de repartirem culpas numa linguagem hermética, apresentassem as propostas que entendem ser as melhores para a recuperação económica do país.