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sexta-feira, 22 de julho de 2011

(Não) Liderar pelo exemplo.

Os mesmos partidos - PCP e BE - que recusaram reunir com a Troyka em Abril, porque "não se subordinavam ao capital internacional", subordinaram-se hoje ao mesmo pedindo uma redução das taxas de juro.

Faz lembrar aqueles alunos, em geral maus e irresponsáveis, que não estudam mas pedem ao professor para lhes dar o "10"...

PS- Registe-se que eu não sou masoquista e que considero as taxas de juro inicialmente propostas demasiado elevadas...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O momento é tudo

Poucos dias depois de Christine Lagarde ter sido eleita Directora do FMI, o Ministério Público de Nova Iorque começa a dobrar o lençol de certezas nas acusações de que DSK é alvo.
A oportunidade não pode deixar de ser notada e levanta questões quanto às insinuações de uma manobra de silenciamento de DSK sobre o nível de reservas de ouro na posse dos EUA...

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Nem bons ventos...

O Governo Espanhol, que só por acaso é do PSOE, exige saber porque é que se suspendeu a ligação de TGV entre Lisboa e Madrid.

Podiamos mandar-lhe uma nota referindo que daqui por uns meses lhes será explicado.
De facto, de Espanha nem bons ventos...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Mensagem do 25 de Abril para conferir em Maio

Quiseram as circunstâncias da crise política que a cerimónia do 25 de Abril (a "lenga-lenga" parlamentar, como lhe chamou António Barreto) tivesse lugar, este ano, em Belém e não em São Bento.

Na cerimónia a mensagem política dos três antigos chefes de Estado e do actual Presidente da República convergiu: Portugal precisa de uma campanha eleitoral realista e de uma maioria parlamentar e social pós-eleitoral, ou seja, de um governo que tenha suporte numa ampla maioria parlamentar.

Não tenho dúvida alguma do interesse dos partidos do arco da governabilidade em integrarem um futuro governo. O objectivo de  constituição da ampla maioria parlamentar pós-eleitoral parece-me, pois, assegurado.

Mais dúvidas me oferece saber se os diferentes protagonistas políticos apresentarão discursos e propostas inteiramente sérias. No início de Maio devem ser conhecidas as medidas do FMI. Por esta altura estaremos cá para conferir quem cede à demagogia.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Será mentira?

Apesar de muitos ditos e não ditos, de verdades e mentiras, eu ainda quero acreditar que o Sr. Primeiro Ministro não é uma pessoa que falta à verdade cada vez que fala.
Ora, Sócrates afirmou várias vezes que não governaria com o FMI Aqui, Aqui, Aqui e Aqui 
Ora, neste momento está demissionário, portanto até hoje cumpriu a sua palavra.
Acredito que desde congresso do PS vai sair um candidato a Primeiro Ministro que não Sócrates, que concerteza se irá manter lider do PS, se assim não acontecer, será que os Portugueses lhe continuarão a dar credibilidade?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

FMI

Teixeira dos Santos deu o mote, vai ser necessário recorrer à ajuda do FMI.

aqui o Ministro admitia que tal poderia ser possivel , caso Portugal falhasse.

E Portugal falhou.... falhou quando em 2009 colocou este governo no Poder.

Não será nada estranho que venha hoje Sócrates dizer que vai ter que pedir ajuda externa, que a culpa é da oposição que não aprovou o PEC IV.

Não é verdade!

A verdade é que o governo sabia que tal pedido era inevitável, uma vez que as suas medidas falharam, a verdade é que ao saber desta inevitabilidade Sócrates provocou a sua queda para agora dizer que a culpa é dos outros.

Espero que os Portugueses saibam reconhecer isto e o mandem embora de uma vez, dia 5 de Junho vamos ter essa oportunidade, não a deixem fugir!